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Entender o seu consumidor e criar estratégias que o tornam mais engajado com a marca é fundamental para se posicionar de forma relevante no mercado. E foi com uma série de testes e análises que a Biossance, marca americana de beleza e skincare, conseguiu compreender o seu consumidor no Brasil e ajustar o formato das operações no país para melhor atendê-lo.
Conversamos com Paula Fernandes Martins, E-commerce Manager da Biossance no Brasil, para conhecer um pouco mais sobre o processo de tropicalização da marca e sua trajetória no Brasil.
A marca nascida nos Estados Unidos, que hoje já está presente em mais de doze países, tem um pouco do Brasil na sua história. Uma das principais matérias-primas utilizadas nos produtos sustentáveis da Biossance, o esqualano, é originado da cana-de-açúcar brasileira.
Esse componente hidratante é produzido pelo próprio organismo humano, mas, com o tempo, é necessário sua reposição. Historicamente, essa reposição era feita de duas formas: através da extração do fígado de tubarões ou por meio das azeitonas.
A Biossance recriou esse componente em laboratório de forma 100% vegetal, a partir da cana-de-açúcar. O resultado é um esqualano totalmente estável – ao contrário daquele extraído de olivas, que dependem das intempéries do clima e da produção – e sustentável, pois não coloca em risco a vida animal, salvando cerca de 2 milhões de tubarões anualmente em todo o mundo.
Pioneira no conceito de clean beauty no Brasil, a Biossance chegou no país em 2018 com os mesmos formatos adotados na operação norte-americana. Mas, aos poucos, percebeu a necessidade de fazer pequenos ajustes para atender o consumidor brasileiro.
Nesse processo, percebeu-se muitas diferenças. “O público americano tem, sim, comportamento diferente em seu hábito de compra. Eles utilizam muito bem o programa de amostras para experimentação de produto e voltam para realizar a compra do tamanho maior, por exemplo. Nosso consumidor não tem esse costume. Também vemos diferença em produtos mais vendidos: alguns que são mais vendidos por lá, não são por aqui pela diferença do clima”, revela Paula.
Além das preferências por produtos específicos, o brasileiro também tem diferentes comportamentos de compra. É nesse momento que as otimizações no checkout se tornam fundamentais.
Utilizando o Shopify Plus e o app para Shopify da PagBrasil, a Biossance conseguiu fazer as adaptações necessárias para tornar a experiência do consumidor brasileiro ainda melhor.
Preço e parcelamento
O brasileiro gosta de ver preço e parcelamento. Após uma série de testes, a Biossance identificou que, enquanto nos Estados Unidos o preço é somente exibido na página de produto, no Brasil essa informação também deve ser incluída na página de coleção. “Descobrimos o quanto isso era relevante durante a navegação para experiência do consumidor brasileiro”, explica Paula.
Checkout fluido e mobile
Com mais de 70% da audiência vinda do mobile, a Biossance entendeu que otimizar a experiência no checkout para dispositivos móveis seria fundamental para os consumidores no Brasil. Por isso, a Biossance utiliza o app para Shopify da PagBrasil para alcançar os resultados desejados.
Sem instabilidades e com uma navegação simplificada, a Biossance viu na PagBrasil o que faltava para levar a experiência do consumidor brasileiro para outro nível.
No mês passado, Paula Martins participou do nosso webinar “Potencialize suas vendas com uma melhor experiência de gestão e vendas”, ao lado do nosso CEO e cofundador, Ralf Germer, Bruno Berezaga, Partner Manager da Shopify no Brasil, e Érico Scorpioni, Diretor Executivo da Checkstore. Assista no YouTube!
Paula Martins is a journalist specializing in Marketing. Her areas of expertise include payment methods, digital payments, and e-commerce. Currently, she works as a Marketing Analyst at PagBrasil. Throughout her professional journey, Paula has provided Digital Marketing consulting services to over twenty companies across Brazil in the Technology, Fintech, and Communication sectors. She has also written for the local newspaper Zero Hora – one of the largest newspapers in the southern region of Brazil – and worked as a freelance writer for the content agency Rock Content, contributing to more than a hundred articles.